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Corretores comemoram seu dia

Nesta quinta-feira, 12 de outubro, é comemorado o dia daqueles que garantem a segurança da sociedade, os corretores de seguro

Créditos: Ana Caroline Kautzmann
- Ana Kautzmann

Lajeado - Nesta quinta-feira, além das comemorações pelo Dia da Criança, também é momento de homenagear aqueles que administram, defendem e proporcionam segurança e eficácia, tanto na contratação quanto na utilização de um seguro: o corretor de seguros. Seja para proteger um carro, uma casa ou até mesmo uma vida, os corretores de seguro orientam e esclarecem direitos e obrigações do cliente, trazendo mais confiança aos segurados.

De acordo com a Federação Nacional de Corretores de Seguros (Fenacor), existem aproximadamente 18 mil corretores ativos no Rio Grande do Sul, dos quais 11 mil atuam como corretores independentes (pessoas físicas) e 7 mil, como sociedades corretoras (pessoas jurídicas). Entre os 11 mil, estão Ruan Felipe Berghahn e Camila Freda, profissionais atuantes em Lajeado.

O assessor de seguros, consórcio e previdência, Ruan Felipe Berghahn (29), trabalha há quase 10 anos na Cooperativa Sicredi, e aponta a importância do seguro. "O seguro é uma proteção, nós não sabemos o dia de amanhã, nunca se sabe o que pode acontecer, então prevenir é a melhor opção." Além disso, Berghahn aponta o perfil do corretor de seguros. "Nós não vendemos um seguro pela necessidade da venda e sim, analisamos e ofereceremos aquilo que o segurado necessita, uma solução para ele."

Mesmo com a importância do seguro, Berghahn afirma que a carteira de seguros no Brasil está concentrada, em sua maioria, nos automóveis, somando 63%. "No Brasil, somente 10% das pessoas possuem uma proteção familiar. Nos países subdesenvolvidos, a média global é de 32% de assegurados, ou seja, o brasileiro ainda está mais preocupado em segurar o seu patrimônio do que a própria vida" conta.

Para atuar na área, os corretores precisam de uma carteira expedida pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), que concede autorização para o exercício da profissão, na forma do registro, e fazem a expedição da carteira ou título de habilitação para o corretor (pessoa física) ou corretora de seguros (pessoa jurídica). Berghahn explica que para conseguir o título, passa-se por três provas, uma sobre seguro de vida e investimentos, outra sobre previdência e a última sobre ramos elementares, sendo que já existem escolas preparativas para os testes.



Os desafios da profissão
A corretora de seguros da empresa Wallerius Camila Preda (21) afirma que gosta do ramo pela ligação com o público. "É gratificante trabalhar com seguros, porque lidamos diretamente com os clientes e vendemos segurança e tranquilidade" afirma.

Além disso, Camila conta que um dos maiores desafios da profissão é a fidelização do cliente. "Nós vendemos um bem imaterial, que só é possível ver a qualidade, quando utilizado. Então, no primeiro contato com o cliente, nós precisamos criar um vínculo de confiança. Além disso, muitas pessoas só percebem que precisam de um seguro, quando passam por alguma experiência de sinistro e já é tarde para acionar um seguro" acrescenta.

O sócio da seguradora, Cassiano Wallerius (34), aponta a responsabilidade do corretor. "É uma profissão de muita responsabilidade, porque o cliente passa a vida inteira trabalhando para adquirir uma casa, conseguir uma estabilidade financeira, e nós precisamos assessorar essas pessoas, escolhendo o melhor seguro que as atenda" finaliza.

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