Geral

Coluna do Deraldo


>> Presidente de todos
Quem for eleito neste domingo para dirigir os destinos da nação deixa de ser o candidato de partido ou coligação e passa a ser o presidente de todos brasileiros, sem considerar raça, cor, credo, gênero ou opinião política.

>> Escalão do poder
O homem público que galga o mais alto escalão do poder tem o dever moral e cívico de se pautar pela moderação e racionalidade. A beligerância de atos de campanha deve dar lugar à tolerância com a diversidade.

>> Oposição na democracia
A oposição é a própria essência da democracia, pois o contrário é a imposição do totalitarismo e pensamento único. Não é republicano querer o aniquilamento dos que se opõem a cartilha ideológica do governo.

>> Alternativa de poder
Os partidos de oposição cumprem papel fundamental para o bom funcionamento das instituições em todas as suas instâncias. E representam a alternativa futura de poder para o caso de descumprimento do prometido.

>> Estado democrático
Querer calar, banir, prender ou eliminar fisicamente os opositores soa como insanidade. Pode representar a instalação de um regime ditatorial e o fim do Estado Democrático de Direito e das garantias constitucionais.

>> País da violência
O Brasil, conhecido no mundo pela sua cordialidade, alegria e amor nas relações humanas, vive dias de violência explícita com discussões, brigas, espancamentos e mortes. Por que o ódio contaminou o cotidiano do país?

>> Gestação do ódio
A história nos ensina que o ódio, em qualquer lugar, quando gestado nas entranhas da sociedade tem de escapar de algum jeito. E, na maioria das vezes, se manifesta pela violência, a forma mais primitiva de dominação.

>> Herói e inimigo
O embrião da célula do ódio pode estar no isolamento dos indivíduos gerando uma disputa silenciosa de todos contra todos buscando cindir a população. Se expressa na bipolaridade real ou irreal do herói e inimigo.

>> Futuro presidente
Neste domingo, já se saberá o escolhido para conduzir os destinos do país num mandato de quatro anos. O eleitor de forma soberana e livre vai manifestar pelo voto na urna a escolha e no ato legitimar o futuro governo.

>> Comício nas capitais
Fernando Haddad circulou pelo Brasil em campanha para convencer o eleitor a escolher o nome dele para administrar o país. Ao velho estilo das campanhas eleitorais fez comícios em grandes capitais junto com artistas.

>> Campanha congelada
Jair Bolsonaro preferiu congelar a campanha sem fazer muito alarde e movimentos políticos. Supõe que a situação dele está consolidada junto ao eleitor. As urnas dirão quem usou a melhor estratégia no segundo turno.


Deraldo Goulart

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